Ministro da Agricultura conhece centros de pesquisa agrícola da China – Egídio Serpa


Em uma das agendas mais importantes para a equipe técnica do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) que se encontra em viagem à China, foram realizadas hoje em Pequim visitas técnicas à Universidade de Agricultura da China (CAU) e à Syngenta Grupo China.

Com o objetivo de fortalecer as parcerias técnico-científicas para o aumento da produção brasileira de forma sustentável, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro foi, pessoalmente, conhecer os principais centros de pesquisa de agricultura da Ásia.

Na CAU, considerada a segunda melhor do mundo na área, ele reforçou a intenção de fortalecer a cooperação técnica visando a segurança alimentar de ambos os países.

Desde 2016 a instituição mantém parceria com a Universidade de São Paulo (USP), tendo demonstrado a intenção de ampliar os programas de intercâmbio. 

A universidade chinesa conta com um corpo docente de mais de 2 mil profissionais e com cerca de 25 mil estudantes de graduação e pós-graduação. 

Com laboratórios de agronomia e medicina veterinária, a CAU promove pesquisas que podem auxiliar o Brasil no desenvolvimento de sua agropecuária.

“Sabemos que a China caminha a passos largos em relação à edição gênica e o Brasil também começa esse desenvolvimento. Juntos podemos acelerar esse processo tão importante”, disse o ministro durante encontro com o presidente da CAU, Sun Qixin.

No mesmo sentido, a delegação brasileira, que também contou com a participação de empresários da agropecuária, esteve na Syngenta Grupo China para conhecer as mais recentes pesquisas da empresa em melhoria genética.

O CEO do grupo Syngenta, Erik Fyrwald, reforçou a importância de investimento no Brasil para seguir avançando na produção de alimentos sustentáveis para o mundo.

Na sede do grupo na China, a equipe técnica do Ministério da Agricultura conheceu as técnicas de pesquisas que estão sendo desenvolvidas e também o selo MAP, que garante a rastreabilidade de diversos alimentos, assim como ocorre no algodão brasileiro, agregando valor à produção.





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