Investigação de Bigode liga o alerta internamente no Fluminense


(Foto: Marcelo Gonçalves – FFC)

O atacante do Fluminense Willian Bigode foi intimado há três dias pela Polícia Civil do Estado de São Paulo para esclarecer o caso de investimento em criptmoedas do lateral Mayke, do Palmeiras, e do meia Gustavo Scarpa, do Nottingham Forest (ING). As contas bancárias do jogador tricolor, chegaram a ser bloqueadas por alguns dias. O golpe, que ganhou repercussão nacional, tem preocupado muitos conselheiros do Fluminense.

O NETFLU apurou que, internamente, muitos já fazem coro pedindo uma análise do contrato do jogador e a possibilidade de rompimento ou pausa do mesmo enquanto as investigações estão em curso. O maior temor é que, de alguma forma, a imagem do Fluminense seja manchada, já que está associada a do atacante.

Os atletas Mayke e Scarpa, formado pelo Fluminense, alegam terem perdido cerca de R$ 10,4 milhões em investimentos feitos em criptomoedas, intermediados pela empresa WLJC, da qual Bigode é um dos proprietários. Acompanhado dos seus advogados, Willian esteve na última quinta-feira no 7ª Distrito Policial da Lapa, na zona oeste de São Paulo. Ele admitiu à polícia que indicou o investimento na Xland aos dois atletas e que colocou a sua empresa de consultoria à disposição da dupla. Porém também alega ter sido vítima do golpe da empresa citada.

Por ora, no entanto, não existe nenhum posicionamento oficial da diretoria do Fluminense sobre a condução da situação do jogador, que possui contrato até o fim da temporada.

William foi liberado do último jogo, frente ao Volta Redonda, justamente para resolver a questão envolvendo o provável golpe de investimento com criptomoedas. O clube, por sua vez, não responde aos contatos do NETFLU dentro desta e qualquer outra temática por uma “determinação superior”, segundo a assessoria de imprensa.



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