Encontrado morto, ator Yago França teve morte encomendada por amiga drag queen, diz polícia – País


A miss e drag queen Lunna Black confessou à polícia que pagou um assassino de aluguel para matar e sumir com o corpo do ator Yago França, encontrado morto em 8 de março em São Paulo.

A informação foi reportada pelo Metrópoles. José Henrique Silva Santos, intérprete da Lunna Black, foi preso na manhã desta sexta-feira (17). 

O cabeleireiro Robson Pereira Felipe e o namorado dele, o pai de santo Lucas Santos de Souza, também foram detidos por envolvimento no crime. As prisões ocorreram no Bairro Capão Redondo, na zona sul da capital paulista. 

Em depoimento à polícia, Lunna admitiu ter contratado o assassino de aluguel por orientação do pai de santo. Ela combinou de se encontrar com ele no terreiro administrado por Lucas.

O matador de aluguel foi identificado em São Bernardo do Campo e está foragido, ainda segundo o portal Metrópoles. 

Lunna e Yago teriam se desentendido após o ator não receber cerca de R$ 40 mil em cachês das apresentações que fez com a miss. 

Morte do ator

O corpo de Yago foi encontrado carbonizado em Itapecerica da Serra, a cerca de 65 km de distância da casa dele. Ele estava desaparecido desde 27 de fevereiro, quando saiu às 13h e avisou à mãe que retornaria para jantar.

Segundo a Polícia Civil de São Paulo, as investigações apontam que Yago havia participado de práticas religiosas no bairro do Capão Redondo. Os policiais constataram a realização de BO sobre encontro e cadáver e, após os exames, confirmou-se que era o corpo do ator. 

A partir de imagens de câmeras de segurança, foi identificado que José, Robson e Lucas colocaram o ator dentro de um carro, aparentemente inconsciente. 

Anteriormente, José havia dito que encontrou Yago no terreiro, mas não teve tempo de conversar com ele. Ele disse ainda que recebeu mensagens do ator informando que iria a um encontro que havia marcado em um aplicativo de relacionamento.

Os detidos foram conduzidos para trabalhos de Polícia Judiciária e diante dos processos em curso serão colocados à disposição da Justiça Pública, segundo a polícia.

 

 

 





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