Campeão pelo Palmeiras em 1999, Felipão é homenageado com réplica da taça da Libertadores


A Conmebol realizou o sorteio dos grupos das Copas Libertadores e Sul-Americana na noite desta segunda-feira. Dono de dois títulos do principal torneio continental, o brasileiro Luiz Felipe Scolari foi homenageado na sede da entidade, localizada na cidade paraguaia de Luque.

Ganhador das edições de 1995 (Grêmio) e 1999 (Palmeiras) da Copa Libertadores, Felipão subiu ao palco antes do início do sorteio das chaves da Libertadores. Das mãos de Alejandro Dominguez, presidente da Conmebol, ele recebeu uma réplica do troféu do torneio.

“Quando começamos, um dos nossos pilares era reconhecer quem fez a história do futebol sul-americano. É uma honra ter este tempo para reconhecê-los e ter o professor aqui. Queremos entregar uma réplica da Copa Libertadores”, discursou o dirigente da Conmebol.

Felipão ainda ficou com o vice-campeonato nas edições de 2000 (Palmeiras perdeu do Boca Juniors) e 2022 (Athletico-PR perdeu do Flamengo). Com um total de quatro finais, ele é o recordista entre técnicos brasileiros, à frente de Telê Santana e Renato Gaúcho.

Além da réplica do troféu da Libertadores, Felipão também ganhou de Alejandro Dominguez uma cópia da taça da Copa do Mundo, já que comandou a Seleção Brasileira em seu último triunfo, alcançado na edição disputada na Coreia do Sul e Japão 2002.

Pelo Athletico-PR, Felipão encerrou a longa carreira como técnico no fim do ano passado e, atualmente, atua como diretor-técnico do time paranaense. O ex-volante Mauro Silva, tetracampeão com a Seleção, e o uruguaio Diego Lugano, ganhador da Libertadores pelo São Paulo (2005), participaram do sorteio.

O único grupo que conta com dois brasileiros é o G, que tem Athletico-PR e Atlético-MG. Alianza Lima e Libertad são os outros dois integrantes. Felipão, após o sorteio, avaliou o caminho do rubro-negro na Libertadores.

“Algum grupo a gente ia cair. Não adianta nada, não tem o que escolher. Temos que escolher jogar bem, ser sabedores de montar estratégias que nos levem a classificar entre os dois primeiros. Claro que não gostaríamos de ter o Atlético-MG no nosso rumo, mas o Atlético ganhou, é um adversário que tem qualificação, qualidade e jogadores importantes, mas nós também temos. Então a gente respeita, assim como eles vão nos respeitar. Vamos ver o que vai acontecer”, declarou.

Com um duelo contra outra equipe do mesmo país, o Furacão terá uma logística mais confortável na fase de grupos. Além disso é uma equipe já conhecida das competições nacionais, como enfatizou Felipão.

“A vantagem é a viagem, o conhecimento, de saber direitinho como a equipe adversária joga. Não terá tanta surpresa, porque a gente vem seguindo, olhando os campeonatos e conhecemos os jogadores contrários muito mais do que os jogadores de outros países. Eu acho que a vantagem é que no país, estar em casa não muita muito de hábito. Não tem rivalidade, somos todos bons amigos. Vamos brigar para sermos os primeiros ou os segundos, para classificar. Vamos brigar de qualquer jeito”, continuou.

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